Mapas, leis e população são armas do Ceará para não perder território para Piauí

📷Foto: ⁠Ipece/divulgação⁠

Na disputa judicial pela área de litígio na divisa entre o Ceará e o Piauí, grupo de trabalho organizado pela Procuradoria-Geral do Estado do Ceará (PGE) apresentou os argumentos que serão usados perante o Supremo Tribunal Federal (STF), na ação civil originária (ACO) 1831. ⁠

O Exército realiza perícia técnica, determinada em 2016 pelo ministro do STF Dias Toffoli. A estimativa para conclusão, conforme o cronograma, é para maio de 2024.⁠

O processo no Supremo foi movido em 2011 pelo Piauí, que requer 3 mil quilômetros quadrados do território cearense, atingindo 13 municípios do Ceará, 8 municípios do Piauí e uma população de cerca de 25 mil pessoas. A relatora do processo é a ministra Cármen Lúcia.⁠

O grupo da PGE defende que os 13 municípios cearenses afetados pelo processo — Porangaba, Croatá, Tianguá, Guaraciaba do Norte, Ipueiras, Carnaubal, Ubajara, Ibiapina, São Benedito, Ipaporanga, Crateús, Viçosa do Ceará e Granja — devem permanecer no Ceará.⁠

 

Portal SV TV  – Diário do Nordeste

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